O Governo Português anunciou na segunda-feira um plano de dez medidas para promover "uma gestão mais eficiente" do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Uma dessas medidas exige aos hospitais públicos, a apresentação de um plano de deflação de despesas a apresentar no prazo de vinte dias.
A oposição tece as críticas no sentido em que estas medidas irão afectar a qualidade do serviço prestado aos utentes.
João Semedo, do Bloco de Esquerda exclama: "Já andaram a prometer tante poupança... com tanta poupança escusavam de poupar no que faz mais falta." Vai mais longe alterando o seu tom exclamação e visando criticas directas à Ministra da Saúde, Ana Jorge: "O que não consegue é confrontar-se com os médicos. Está a transferir o conflito para o doente, o que é imoral."
A opinião da restante oposição vai no mesmo sentido, Teresa Caeiro do CSD/PP: "Eficiência não é só cortar de forma cega."
A Ministra Ana Jorge justifica-se dizendo que aos hospitais compete uma melhor gestão.
O Ministério da Saúde espera conseguir, com a implementação destas medidas de contenção, uma redução de 50 milhões de euros nas despesas do Serviço Nacional de Saúde, visando ultrapassar os 100 milhoes até ao final do ano.
terça-feira, 25 de maio de 2010
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